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VELA

            A luz de vela é um símbolo de sabedoria. Em nosso mundo físico nós vemos as coisas através da luz. Se nós não tivéssemos sol ou luz elétrica, este mundo seria tão escuro que nós não poderíamos ver nada. Em nosso mundo espiritual e mental a luz física não pode ajudar-nos a ver. Nós vemos somente através da sabedoria. Nós tropeçamos muitas vezes na vida diária porque nós carecemos de sabedoria. Sabedoria é uma luz através da qual nós compreendemos a verdade sobre a vida. Sabedoria, que é muito importante no Budismo, é diferenciada do conhecimento, no ensinamento Budista. Conhecer, ou aprender, é alguma coisa adquirida de fontes externas. Nós podemos adquirir conhecimento através da leitura, ouvindo conferências, etc., mas sabedoria ninguém pode adquirir externamente; deve ser criada dentro da própria vida da pessoa. Sabedoria é obtida somente através de experiência imediata e direta.

VESTES NOVAS

            Nos primeiros tempos budistas, os monges tinham de se abrigar durante as monções, quando fortes chuvas os impossibilitavam viajar. Eles aproveitavam este período, chamado “retiro da chuva”, para meditar e estudar. Na Tailândia, em novembro, uma festa comemora o fim das estações das chuvas. É chamada Kathina. Em uma alegre cerimônia, as pessoas vão ao mosteiro e presenteiam os monges para agradecer-lhes pelo trabalho que tiveram durante o ano. Os presentes mais importantes são vestes novas.

VISÃO DO BUDA NO MOMENTO DA MORTE

            jap. – Raiko.

            Uma tradição que remonta ao Budismo mais antigo diz que a vida póstuma de uma pessoa é determinada pelo derradeiro pensamento que ele tem nesta vida; nessa linha de pensamento, é dito nos Sutras da Terra Pura que o Buda Amida aparece cercado de Bodhisattvas no derradeiro momento de um devoto moribundo, para conduzi-lo á Terra Pura. Essa crença, muito difundida entre os devotos japoneses da Terra Pura, foi criticado pelo Mestre Shinran como desnecessária, uma vez obtida a fé em meio a vida ordinária de todos os dias.

VOTO DE AMIDA

            O voto de Amida é o juramento feito pelo asceta Dharmakara (encarnação anterior de Amida) de jamais alcançar o grau supremo de perfeição (Grau de Buda) enquanto todos os seres sofredores e ignorantes que nele confiassem integralmente não fossem salvos. Trata-se de uma narrativa simbólica que expressa a Compaixão do Absoluto, dirigida para nossas consciências imperfeitas e limitadas, no sentido de fazê-las despertas para a Suprema Realização.

VOTO ORIGINAL

            O voto original de um Buda ou Bodhisattva.


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